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We Will Rise

És minha, Cláudia Oliveira.

Tear down the walls
Wake up the world
Ignorance is not bliss
So fed up with second best
Our time is here and now

I am the enemy
I am the antidote
Watch me closely
I will stand up - now

We will rise
Rise above

Stereotype Fools
Playing the game
Nothing unique
They all look the same
In this sea of mediocrity
I can be anything
Anything I want to be

I am the enemy
I am the antidote
Watch me closely
I will stand up - now

We will rise
Rise above.

Arch Enemy

26.04

You will never be alone.

9.12

".. Gostava de voar, mas insisto em ficar colada ao chão. Há algo que não me deixa partir. Que assim seja e que a tua alma esteja do meu lado. Não fujas, não emigres, não saias da minha vida, não me partas o coração.
Gosto de ti como de mais ninguém. Sem qualquer comparação, só exijo respeito, amor e compreensão, para não referir dedicação, porque aí já estaria a pedir a mais do que aquilo que mereço.
Não prometeste, mas das tuas palavras não me esqueço.
Aqui, por ti, não de sempre, mas para sempre talvez."

Eu estou aqui.
Para além de não esqueceres das minhas palavras, continuo ainda não te prometer mas eu estarei aqui.

18.07

Sim, dou-te meu mundo, descobre tudo o que de belo te pode dar.
É um mundo de sentimentos, como tal toma proveito disso, sente tudo. Sente tudo intensamente, é tudo teu.
Apenas não me esqueças, não me deixes num canto abandonado a pensar que já tudo descobriste de mim porque ainda pouco conheces. Descobre este mundo, descobre as passagens secretas por onde ninguém passou. Não tem setas no chão, por isso orienta-te. Tenho tesouro nas quinas, mas esses são os que toda a gente vê, os outros descobre-os que tanta vez passas por eles e não lhe dás valor, pudera, estão fechados mas posso dizer por enquanto.
Ainda não descobriste que sou eu o tesouro, tens a chave, essa aí que usas no peito do lado esquerdo. Não foi uma simples lembrança, não, nasceste com ela, chama-se coração, agora usa-a e abre o tesouro. Vê se não abre, vê se não é aqui que pertence. Vês que sim, vês como pertencemos um ao outro. Agora desfruta do tesouro, não te preocupes se não irá durar para sempre.

Parabéns Joe' meu Irmão&Padrinho.

15.07

É nestas noites de pouco sono que continuo a acreditar numa troca de olhares.
Olho o céu como quem reza o terço ao acreditar em aparições.
Sentada na relva tão verde, olho o céu escuro e já que não posso ter a certeza se os nossos olhares trocam nessa longíqua luz que ilumina toda a noite, com certeza vos digo que mesmo passado dias, as estrelas continuam a não serem suficientes, continuam a não chegar para cada uma delas dar um nome, nome das pessoas de quem amo.
Já que as estrelas não chegam, chega o coração, esse tem espaço suficiente.
Chega também a saudade.
"Oh saudade, que aumentas de dia para dia..."

De tanto olhar para o céu, de tanta esperança a ter dos nossos olhares sem terem mesmo trocado, basta-me ir dormir a pensar que tivera acontecido aliviando assim a tristeza.
Tiro a roupa, fico como à terra vim, nua, é assim que me sinto melhor, é assim.
Debaixo dos cobertores meto-me e dou um último suspiro de desejo, desejo de ter o conforto de alguém ao meu lado.
Fecho os olhos, está escuro, agora quem manda é a mente. A imaginação faz ver por vezes de forma surreal.
São as boas imagens que sobem quando não são verdadeiras, são os sonhos, tão desejados sonhos e porque acordamos dessa surrealidade, por vezes preferia viver lá, num mundo de sonhos. Por vezes preferia não ver o que doí, porque quando acordo doí ao saber que nada é verdade.
Tenho ansiedade de vos ver, por isso à meio da noite acordo. Estou quente, parece que alguém esteve ali antes comigo, que alguém tivera agarrado e coberto meu corpo. Mas não, é o calor de verão, o calor dos lençóis que me cobrem noite à noite. Aquece, mas este calor é àspero, não é o calor que tanto desejo, um calor sentimental, não como este que vai e vem, que evapora a água tornando-a em chuva.
Quero um calor mais presente, o calor de quem amo, um calor que não mude conforme das estações. É esse calor que tanto desejo quanto antes de fechar os olhos que suspiro.
Mas quem vai dar-me esse tão belo conforto para o resto da vida, quem...
Resta-me senão deixar o tempo resolver o resto, esse tempo, aquele que custa a passar na vossa ausência, aquele que quando por perto vos tenho passa a velocidade da luz. Mas nem só o tempo resolverá, também o coração, tão frágil o coração.
Será ele que vou agir e não por pena. Sim, por vezes de tão mole coração ter é por pena que actuo.
Pena ou cobardia? Terei eu pena ou cobardia de infrentar o presente?
O presente, por vezes tão cruel mas tão merecido. Porque se algo está mal é porque algo de mal fiz, é porque nem sempre os caminhos pelos quais obtei não foram os melhores.
Vem do passado, esse passado que por vezes tanto nos aturmenta.
É por isso que hoje, enquanto aqui mais um desabafo tento melhorar. Melhorar parece-me ser a palavra correcta.
Melhorar no presente, pois o presente de agora será o passado do nosso futuro. Quase que é legítimo dizer que o futuro está em nossas mãos, quase mas quase é uma incerteza. Não chega e como as dependências são prato do dia, resta-nos acreditar numa ajuda, num pensamento mutuo ao nosso.

Não vou deixar de lutar, não, não vou deixar de dar o meu melhor por pensamentos negativos, só porque penso que alguém nos vai destruir o sonho após tanta luta pois antes de dependermos dos outros dependemos de nós.
Olhar em frente e pensar que um dia, mas só um dia os sonhos serão verdade, esses sonhos de quando te deitas e fechas os olhos.


07'2007

SSC

Carência, sinto-me carente. É agora que dou mais valor ás poucas coisas, é quando nem um abraço que queria ter tenho e aí vejo que apenas um abrir de braços tem sentimento.
Sinto falta, sinto falta que alguém abra os braços a correr em minha direcção a gritar pelo meu nome, como se fosse o mais belo, como se fosse o único. E depois que pulem para cima de mim, abraçando-me e confiando na minha força para agarrar. Mesmo que a força física não aguente, a força do sentimento é superior, é mais forte e supera-me de tal maneira que a vida parece-me outra coisa, a olho nu. Mais paz, menos guerra. Porque com esse alguém, o tempo pára e quando dou-me conta, ele já se foi e volto a estar sozinha, de novo fraca.

Espero anciosamente pela hora de atravessar tão largo caminho e ir ter contigo.
Para além de sentir falta, também tenho saudades de tudo. Parece que já tanto vivemos, parece que já desfrutamos dos melhores momentos de sempre.
Sinto-me segura, não só em mim mas nas decisões que fazes com que sinta que estou certa.
Sinto teu toque, teu cheiro sem antes te ter cheirado. Imagino-te com um perfume diferente.
Chama-se amor, sim, amor. Esse amor que sentes para além de se ver nos teus olhos, na tua expressão, também tem cheiro. Cheira a intenso, cheira a verdadeiro. Não, não é perfume mas tem químicos usando a equação do amor, verbo Amar bem conjugado, acrescentar sinceridade e umas pitadas de intensidade no momento.
É um cheiro puro que não destroí o ambiente nem a camada de ozono mas por vezes destroí corações, deixam de bater, afinal não só cheira bem como queremos, quando é preciso. É como oxigénio que por vezes contêm impurezas e é inalável até aguentarmos.
Outras vezes é 100% puro, até sentes ao longo esse cheiro. É como uma dependência, mais que uma droga. Esse cheiro de mim, desapareceu um pouco. Preciso de te ter por perto, preciso de te respirar.
Estou aqui e planeio a minha chegada, planeio recepções e preparo-me para encher pulmões desse cheiro, desse ar que toma rotação em nosso torno.
Sinto-me tão tua, sinto a total confiança que é preciso para entregar-me a ti, mas peço-te já que não consigo controlar-me, cuida bem de mim.

06'2008